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Governo do Estado e Instituto Golias iniciam mutirão de Castração para os moradores do bairro central

Jornal O Amapá | 23/09/2026

Governo do Estado e Instituto Golias iniciam mutirão de Castração para os moradores do bairro central
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Dando continuidade ao Mutirão de Castração, o Governo do Estado e o Instituto Golias deram início, nesta terça-feira (23), à segunda fase da iniciativa voltada para os moradores do bairro Central e arredores. Os atendimentos acontecem na unidade móvel (carreta), instalada no Mercado Central.

Tutora Jaqueline Marques Carvalho

A tutora e moradora do bairro Novo Horizonte, Jaqueline Marques Carvalho, de 25 anos, diz que o atendimento da equipe na Carreta foi muito ágil, rápido e eficiente.

"Adorei o atendimento da carreta para o meu pet Nino, de 8 meses. "Ter esse apoio é fundamental para cuidar bem dos pets. O atendimento na carreta foi perfeito: ágil, rápido, eficiente e do agendamento à saída", ressaltou.

Após o sucesso da primeira etapa no Residencial Macapaba, que ultrapassou a marca de 500 animais atendidos, sendo 280 caninos e 220 felinos, a segunda fase da iniciativa chega ao Mercado Central. A ação promete beneficiar os tutores de pets dos bairros vizinhos, destacou a secretária do Bem-Estar Animal (Secbea), Liana Leitão.

Secretária do Bem- Estar Animal, Liana Leitão.

"Juntos, o Governo do Estado e o Instituto Golias seguem firmes nessa missão! É fundamental que os tutores fiquem atentos às orientações disponíveis na plataforma Castra Amapá e acompanhem o cronograma e os locais dos próximos atendimentos em nossos canais de comunicação. Cuidar dos nossos animais é cuidar do futuro da nossa comunidade", destacou a gestora.

Cuidados especiais

Dentre os cuidados, a veterinária do Instituto Golias, Thaís do Carmo Silva alerta para os cuidados que os pais de pets devem ter antes do procedimento.

Veterinária, Thaís do Carmo Silva

"É fundamental trazer gatos em caixas de transporte e cães com guia curta (ou focinheira se forem bravos) para evitar fugas e acidentes. O jejum pré-operatório deve ser rigorosamente seguido de 8 a 12 horas, pois períodos inadequados, especialmente os muito longos, resultam na reprovação e reagendamento do procedimento pelo risco de óbito", alertou.

Na chegada, o animal passa por cadastro e exame físico detalhado (avaliando lesões, pele, vacinação, esporotricose e vermifugação), sendo fundamental a sinceridade do tutor sobre o jejum e o histórico de saúde. No pós-operatório, o uso simultâneo da roupinha cirúrgica e do colar elizabetano é indispensável para evitar que o pet mexa nos pontos.